Lipoaspiração (Parte 2)
A queixa mais frequente é uma saliência de gordura – no pescoço, nos braços nas ancas ou no abdómen -, que o doente não consegue perder, apesar das dietas, exercícios ou massagens. Assim, decide recorrer à lipoaspiração. Se existe flacidez associada a estrias e excesso de pele, devem ser recomendadas as técnicas tradicionais de dermolipectomia faciale corporal. A lipoaspiração pode ser recomendada como adjuvante destas técnicas tradicionais e tem vindo substituí-las, cada vez mais.
A lipoaspiração não é considerada um tratamento primário para a obesidade. Se um doente com excesso de peso, desejar fazer uma lipoaspiração deve ser encaminhado para um nutricionista. Contudo, pode beneficiar da lipoaspiração, antes ou durante o tratamento dietético, cujo resultado pode servir para motivar a dieta e consequente perda de peso. Se não tem problemas médicos, a lipoaspiração será efectuada em ambulatório. Em geral, o procedimento é realizado sob anestesia local. No dia da lipoaspiração, assinará o formulário de consentimento cirúrgico, serão tiradas fotografias pré-operatórias e as áreas corporais que vão ser tratadas serão marcadas. Por questões de segurança, coloca-se um monitor cardíaco, da pressão arterial e de oxigénio no sangue.
Em seguida, o médico e/ou a enfermeira anestesiam a pele e a gordura. Um grande volume de solução anestésica é cuidadosa e suavemente injectada na gordura, até esta ficar completamente “dormente”.
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